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SOBREMESAS SEM LEITE (VEGANAS)

A ideia dessas receitas veio quando após decidir retirar os laticínios do cardápio percebi que teria que criar receitas para satisfazer aquela vontade de final de semana de comer uma sobremesa um pouco mais elaborada ou não. Utilizei ingredientes bem fáceis de serem encontrados.

Na segunda receita utilizei o resíduo do leite vegetal que fazemos em casa (amêndoas, castanha caju, etc) e enriqueci o bolo. E com o leite preparei um creme delicioso e leve que pode ser utilizado em várias preparações como: manjar com calda de frutas, recheio de bolos, etc.

Experimente !!

  • Cheesecake de coco, damasco e maracujá

Ingredientes:

BASE

150 g de cookies de coco veganos moídos (Sugestão de marca: Villamar/Kobber)

4 colheres de sopa de óleo de coco

2 colheres de sopa de água

RECHEIO

450 g de tofú firme bem escorrido

200 ml de leite de coco

¾ de xícara de açúcar orgânico

2 colheres de sopa de farinha de trigo

2 colheres de sopa de amido de milho

COBERTURA

150 g de damasco seco

2 maracujás in natura – somente a polpa

Coco ralado grosso para decorar

Modo de preparo:

BASE

Misture em uma tigela o biscoito moído (passar no processador) com o óleo de coco até obter uma farofa grossa. Junte aos poucos a água e misture bem até obter uma massa fácil de trabalhar.

Distribua essa massa em uma assadeira de fundo removível untada com óleo de coco.

Pré-aqueça o forno a 180 graus. Reserve

RECHEIO

No liquidificador, bata o tofu com o leite de coco, o açúcar, a farinha de trigo, o amido de milho até ficar um creme homogêneo.

Distribua sobre a massa na forma

Asse no forno preaquecido por 40-45 minutos, ou até dourar. Retire do forno e deixe esfriar. Leve à geladeira para ficar firme.

COBERTURA

Enquanto isso deixe os damascos de molho por 30-40 minutos. Descarte a água e pique os grosseiramente.

Bata as polpas dos maracujás em um liquidificador. Coe e descarte as sementes.

Com o suco de maracujá, bata os damascos até obter um creme liso.

MONTAGEM

Retire a torta da geladeira, distribua o creme de damasco e finalize salpicando o coco ralado grosso por cima!!

 

  • Bolo de Pote – vegano

Ingredientes:

BOLO

1 xícara de farinha de trigo

½ xícara de farinha de trigo integral

½ xícara de farinha de castanha (resíduo do leite vegetal)

1 xícara de leite vegetal

¾ de xícara de açúcar orgânico

5 colheres de sopa de óleo de girassol

1 colher rasa de sobremesa de fermento químico.

CREME

500 ml de leite vegetal

200 ml de leite de coco

5 colheres de sobremesa (rasa) de amido de milho

½ xícara de açúcar orgânico

3 colheres de sopa de coco ralado

Modo de preparo:

BOLO

Preaqueça o forno a 180 graus.

Misture as farinhas em uma bacia. Adicione o açúcar, o óleo, o leite.

Bata até obter uma massa lisa e homogênea.

No final acrescente o fermento e bata mais um pouco.

Distribua em uma forma untada e asse por 30 – 35 minutos ou até dourar.

Retire do forno e reserve.

CREME

Em uma panela, acrescente o leite, o amido de milho, o açúcar e o coco.

Leve ao fogo mexendo sempre.

Aguarde levantar fervura e desligue.

MONTAGEM

Organize travessas individuais ou potes.

Corte o bolo em quadrados de 2 cm.

Distribua uma porção do creme no pote, coloque o bolo e coloque mais um pouco do creme por cima. Finalize com coco ralado.

Sirva em seguida !!

 

Bom apetite !!

LEITE E OS LATICÍNIOS FAZEM MAL??

Hoje em dia ouvimos muito sobre a intolerância à lactose, e por isso devemos retirar leite e laticínios da dieta, pois são produtos que nós humanos adultos não temos a capacidade de digerir e processar. Mas será que tudo isso é verdade? Entenda um pouco sobre o leite e seus derivados e se eles realmente fazem mal à saúde.

 

 

AÇUCAR DO LEITE

A lactose é o componente sólido mais presente no leite. Ela é considerada o açúcar do leite, já que confere a ele um sabor levemente adocicado, quando ingerido puro.

A lactose é classificada como um dissacarídeo formado pela união de dois monossacarídeos: uma molécula de glicose e uma de galactose.

Para fazer uso dessa fonte energética é preciso quebrar esse dissacarídeo com uma enzima chamada LACTASE, muito presente no metabolismo dos recém-nascidos.

Nos humanos a lactase costuma ser produzida até os dois anos de idade, chegando praticamente a zerar a partir dos nove anos.

A intolerância à lactose afeta as pessoas que não produzem mais a lactase. A falta dessa enzima impede a degradação da lactose em unidades individuais de glicose e galactose.

Mas essa produção de lactase pelos humanos é um fenômeno saudável. Trata-se de um sinal de maturidade metabólica.

Quando a lactose chega ao intestino grosso sem ter sido degradada, ela é fermentada pelas bactérias ali presentes, desencadeando sintomas como: flatulências, gases e distenção abdominal, dor de estômago, cólica, vômitos, diarreia, dor de cabeça, enxaqueca, erupções da pele e asma.

PROTEÍNAS DO LEITE

A alergia ao leite da vaca também pode se dar pela presença de proteínas do leite de vaca como a proteína do coalho (caseína) e às proteínas do soro (alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina).

Os sintomas mais comuns em crianças e adultos são: vômito, diarreia, refluxo, assaduras, urticárias, sangue ou muco nas fezes, irritabilidade, baixo ganho de peso, inflamação nos intestinos, coceira nos olhos, conjuntivite, rinite, sinusite, otite, asma, tosse.

Esses sinais e sintomas estão cada vez mais presentes principalmente em crianças. Por isso quando perceber algum tipo de reação alérgica não deixe de procurar orientação nutricional.

QUEM NÃO PODE CONSUMIR LEITE E DERIVADOS?

É importante retirar os laticínios da dieta quem apresenta quadros de alergia (agudos, repetitivos, crônicos), diabetes, enxaqueca, câncer, osteoporose, doenças neurodegenerativas, doenças renais.

E não podemos deixar de entender qual a origem do leite que está disponível no mercado para consumo. Não sei se você sabe, mas o processo de produção de leite é um dos mais cruéis que se pode ter com os animais.

O processo de produção de leite inicia-se com a criação de vacas leiteiras confinadas em espaços minúsculos, onde as vacas são constantemente inseminadas para gerarem um filhote para que possa produzir o leite. Esse leite que serviria de alimento para o seu filhote, é destinado para a produção  de leite e laticínios.

A retirada desse leite é feita através de processo 100% mecânico levando as vacas à processos infecciosos constantes, através da inflamação de suas mamas, ou mastite.

A indústria, visando apenas o seu lucro, continua explorando a vaca mesmo com esse processo infeccioso. Com isso o leite é extraído em meio a uma produção de pús (bactéria) e sangue.

Para “mascarar” e “melhorar” a aparência desse leite muitos aditivos químicos são necessários.  Além de conservantes, acidulantes, processo de alta temperatura para manter o leite mais tempo nas prateleiras.

Ah! E os bezerros ? O que acontece com eles? Eles são arrancados logo após o primeiro dia de vida de suas mães e acabam sendo confinados para produzirem carne (macho) ou se tornarem vacas produras de leite (fêmeas).

Então podemos concluir que o LEITE E SEUS DERIVADOS NÃO são adequados para consumo humano!!!

E aí surge a questão: Como substituir o leite e derivados já que são considerados fontes de Cálcio ?

Temos uma lista enorme de alimentos muito mais ricos em cálcio que o próprio leite e seus derivados! Veja na tabela abaixo.

Vale a pena ressaltar que para se ter uma eficiente fixação do cálcio nos ossos é necessário uma adequada com magnésio. E isso é possível através da ingestão de fontes de cálcio de origem vegetal como: folhas verdes escuras, frutas e vegetais. Não podemos esquecer a necessidade da Vitamina D (através do banho de sol diário).

Assim, além de cortar o leite e laticínios de origem animal da alimentação, é importante nutrir-se bem, cuidando dos ossos e dos dentes, para se ter uma saúde vibrante. Basta incluir os alimentos vegetais fonte de cálcio !!

Para se beneficiar da ingestão de alimentos vegetais ricos em cálcio segue à seguir algumas dicas:

– Aprenda a preparar leites, vitaminas, iogurtes, queijos, cremes e manteigas de origem vegetal, caseiros, sem aditivos nem processos industrializados.

– tome sol para metabolizar a vitamina D.

– mantenha-se ativo, pratique exercícios.

– coma mais frutas, vegetais, sementes e leguminosas para suprir as necessidades de vitaminas, minerais, proteínas.

A osteoporose, doença caracterizada pela redução da massa e densidade ósseas, em geral atinge as mulheres após a menopausa. Mas, homens, fiquem atentos, as estatísticas estão mudando. Para preveni-la, devemos ter um estilo de vida e alimentação alinhados com os protagonistas do cálcio e da vida vivida desde a infância.

Segue abaixo receitas  de leite, queijo e iogurte de origem vegetal !!

RECEITA DE LEITE DE AMÊNDOAS (ou gergelim)

 Ingredientes:

1 xícara de amêndoas crua sem sal

3 colheres de agave (adoçante) OU melado

1 colher de chá de essência de baunilha (ou 1 colher de sobremesa de açúcar baunilhado orgânico)

 Opcional:

600 ml de água de coco

3 colheres de sopa de coco ralado (de preferência fresco)

Modo de preparo:

Lave as amêndoas e deixe de molho por 12 horas. Após o demolho lave bem as amêndoas.

Bata a amêndoa com 800 ml de água. Coe com o voal ou peneira. Reserve o resíduo da amêndoa para enriquecer pães e bolos.

O leite está pronto e com sabor bem neutro.

Com o leite extraído da amêndoa, retorne ao liquidificador com o agave e a baunilha.

Bata novamente e experimente o sabor. Se precisar faça ajustes.

O leite pode ser armazenado em geladeira por 3 dias.

Opção: Se você quiser aromatizar o leite, bata com água de coco e um pouco de coco ralado. Adicione o mel ou agave e se quiser a baunilha também. Você terá outra

versão para o leite.

QUEIJO FRESCO DE CASTANHAS

Ingredientes:

1 xícara de castanha crua (caju, macadamia, amendoim sem casca, semente de girassol) – hidratada por 8 horas.

1 colher de sopa de suco de limão

5 g de agar-agar (gelatina de alga)

200 ml de água para dissolver o agar agar

1 colher de sobremesa de levedura nutricional

½ xícara de kefir de água (ou rejuvelac – fermentado de trigo)

1 colher de chá de sal marinho

Modo de preparo:

Dissolva o agar-agar na água e leve ao fogo por 3 minuto, mexendo sempre. Desligue e deixe esfriar até que a temperatura fique suportável na pele sem queimar.

Enquanto esfria, bata no liquidificador/processador as castanhas sem água, o suco de limão, o kefir, o sal e a levedura, até obter um creme liso.

Acrescente o agar-agar derretido e misture rapidamente no pulsar.

Transfira rapidamente para uma forma e deixe na geladeira por uns 20 – 30 minutos, ou até ficar firme.

IOGURTE VEGANO

Ingredientes:

1 litros de leite de amêndoas (ou outro leite vegetal)

1 colher de chá de agar-agar (3 – 4 g)

1 colher de sopa de amido de milho

1 envelope de fermento para iogurte

 

Modo de preparo:

Pre aqueça o forno a 50 graus. Aqueça 1 litro de leite de amêndoas ou outro leite vegetal,  o agar agar e o amido de milho até 90 graus. Retire um pouco antes de ferver. Deixe esfriar até 45 graus, adicione o fermento para iogurte e misture bem. Despeje em potes de vidro, desligue o forno e coloque os potes abertos para fermentar por 8 horas. Não abra o forno durante o processo !

 

Veja a quantidade de cálcio nos alimentos:

Alimentos fontes de Calcio
Alimento (quantidade em 100 g) mg de cálcio presente
Leite integral 114
Leite desnatado 124
Iogurte desnatado 120
Queijo minas frescal 685
Amendoas 254
Avela 287
Gergelim 417
Semente de girassol 117
Tahine (pasta de gergelim) 960
Feijão branco 170
Grão de bico 58
Feijão Azuki 252
Lentilha 107
Tofu 230
Quinoa grão 112
Nabo 56
Quiabo 62
Mostarda folha 221
Couve manteiga 330
Brócolos cru 400
Brócolos folhas 513
Beterraba crua 32
Espinafre 95
Acelga 112
Broto de feijão 52
Broto de abobora 149
Abóbora moranga 31
Aveia flocos instantânea 392
Açúcar mascavo 51
Melado 519

Como substituir a carne e garantir a quantidade e a qualidade de ingestão de proteínas

Quando pensamos em diminuir ou retirar as carnes e derivados (Ex: carnes bovina, suína, de aves e peixe, leite e derivados e ovos) do cardápio logo vem essa questão: O que eu devo colocar no lugar ?? Como fazer essa substituição sem ter prejuízo para a minha saúde ??

Bom, primeiro vamos entender o que é proteína e para que  serve !

Proteína é um conjunto de aminoácidos ligados entre si através de ligações peptídicas. Os aminoácidos são moléculas formadas por carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio, em que são encontrados um grupo amina (-NH2) e um grupo carboxila (-COOH). Existem  20 tipos de aminoácidos, que se combinam de forma variada para formar diferentes proteínas.

Os aminoácidos podem ser classificados em dois tipos: essenciais e não essenciais.

Os essenciais, ou indispensáveis, são aqueles que o nosso organismo não tem capacidade de produzir sendo essencial a ingestão de determinados alimentos fontes deles.

São eles: triptofano, valina, fenilalanina, treonina, lisina, isoleucina, leucina, histidina e metionina.

Quanto aos aminoácidos não essenciais, são aqueles que o nosso organismo consegue produzir.

São eles: alanina, ácido aspártico, ácido glutâmico, cisteína, glicina, glutamina, hidroxiprolina, prolina, serina e tirosina.

As proteínas exercem importantes funções dentro do nosso organismo como:

  1. Transporte (Ex: a hemoglobina em eritrócitos se liga ao oxigênio nos pulmões, transportando-o para os tecidos periféricos onde é liberado para o metabolismo energético. Outro exemplo: a albumina que se liga a diversas substancia diferentes como hormônios, fármacos, etc.)
  2. Estrutural: nosso esqueleto é constituído por muitas proteínas. Essas proteínas fornecem resistência, elasticidade e proteção aos tecidos. É o componente principal do tecido conjuntivo e da cartilagem.
  3. Contrátil: algumas proteínas dão às células a capacidade de assumir diferentes formas, de movimentos, contração. Um exemplo disso é a actina e a miosina que são proteínas contráteis do músculo esquelético.
  4. Imunológica: São várias as proteínas envolvidas nesta função, protegendo o organismo de agentes externos prejudiciais. As imunoglobulinas, anticorpos do sistema imunológico, reconhecem e favorecem a eliminação de bactérias, vírus e proteínas de outras espécies.
  5. Hormonal: Algumas proteínas como a insulina, a tiroxina e o hormônio de crescimento desempenham uma função hormonal ou regulamentar.
  6. Enzimática: Enzimas são proteínas altamente especializadas que tem atividade catalítica. Estas moléculas permitem que ocorram reações químicas no nosso organismo. Algumas enzimas: catalase, peroxidadase, tripsina, polimerase amilase.
  7. Tamponamento ácido-base: as proteínas são capazes de intervir no controle de alteração de pH no sangue, participando de um sistema tampão sofisticado permitindo um controle constante de ácido-base que é essencial para a sobrevivência.
  8. Energética: as proteínas podem ser oxidadas, gerando, neste caso, uma quantidade de energia semelhante à obtida a partir de carboidratos, isto é, 4 kcal/grama. No entanto, essa função não é o principal destino.

Alimentos ricos em proteína

Os alimentos com proteína podem ser de origem animal ou vegetal.

Confira os alimentos proteicos de origem vegetal que podem substituir as carnes e seus derivados:

  • Leguminosas (feijões, grão de bico, ervilha, lentilha, tremoço, soja)
  • Oleaginosas(castanha de caju, castanha do Brasil, amêndoa, nozes, gergelim, semente de abóbora, semente de girassol, etc)
  • Pseudocereais (quinoa e amaranto)

Apesar dos vegetais conseguirem sintetizar todos os tipos de aminoácidos que precisam para sobreviver, não encontramos todos os essenciais em um só vegetal. Por isso é importante nas dietas vegetarianas a diversidade na alimentação, principalmente cereais, como trigo, aveia, quinoa; leguminosas, como feijão, grão de bico, lentilha, soja e oleaginosas, como castanhas e nozes.

Os benefícios da proteína de origem vegetal são muitos: pode ser considerada completa quando se associa leguminosas e cereais integrais; rica em fibra, carboidratos complexos e em fitoquímicos.

As fontes vegetais têm sido muito estudadas atualmente devido à busca por uma alimentação mais natural e equilibrada e em razão do crescente aumento da qualidade de vida. Proteínas provenientes de vegetais revelam melhor digestibilidade e, também, são excelente opção para pessoas intolerantes e alérgicas à proteína de origem animal e para vegetarianos.

Assim você poderá observar abaixo um comparativo da proteína de origem vegetal e de origem animal, seus benefícios e malefícios. Veja a tabela abaixo.

Então se você está pensando em substituir as carnes do cardápio, veja quanto deve incluir de proteína de origem vegetal no seu cardápio:

Em uma recomendação de 68 g de proteína (pessoa pesando 75 kg x 0,8 – 0,9 g proteína), sendo 2600 mg de lisina, a alimentação de um dia deve conter por exemplo:

Dieta vegana:

3 porções de cereais (19 g de proteína)

2 porções de leguminosas (30 g de proteína)

3 porções de hortaliças (13 g de proteína)

3 porções de frutas (6 g de proteína)

2 porções de óleo vegetal

Como adequar os aminoácidos na Dieta vegetariana ?

  1. Variando os grupos alimentares
  2. Ingerindo aproximadamente a quantidade de 0,8 g de proteína/kg de peso.
  3. Ingerir quantidade adequada de calorias e carboidratos para um melhor aproveitamento da proteína.

Veja como atingir essa quantidade fazendo combinações diversas e variadas de cereais, leguminosas, oleaginosas, hortaliças e frutas:

–  1 xícara de lentilha = 18 g de proteína

– 1 xícara de feijão preto = 15 g de proteína

– 1 xícara de grão de bico = 12 g de proteína

– 1 xícara de feijão comum = 12 g de proteína

– 1 xícara de quinoa cozida = 9 g de proteína

– 28 g de amêndoas = 6 g de proteína

– 1 copo de leite de soja = 6 g de proteína

– 2 colheres de sopa de creme de amendoim = 8 g de proteína

– ½ xícara de aveia em flocos = 7 g de proteína

– ¼ de xícara de tofu = 6 g de proteína

– 1 xícara de espinafre cozido = 5 g de proteína

– 1 xícara de arroz integral = 5 g de proteína

– 1 xícara de brócolis cozido = 4 g de proteína

– 1 colher de sopa de chia = 3 g de proteína

– ¼ de xícara de frutas secas = 2 g de proteína

Alguns critérios básicos para se ter uma alimentação sem produtos de origem animal e saudável:

  • Consumir grandes quantidade e variedade de alimentos vegetais como as verduras, os legumes, as leguminosas, as oleaginosas, as frutas e os cereais.
  • Dar preferencia para alimentos integrais (excluir os alimentos refinados)
  • Ficar atento a substituições de alimentos vegetais com baixo teor de gorduras, mesmo de origem vegetal (Ex: industrializados ou castanhas).
  • Incluir boas fontes de alimentos vegetais ricos em Ômega 3 (Ex: linhaça, chia, algas).
  • Ingerir quantidades adequadas de cálcio e vitamina D. (Ex de fontes de cálcio de origem vegetal: vegetais verdes escuros, gergelim, brócolis, tofú.)
  • Ficar atento aos alimentos fontes de Ferro. (Ex: vegetais verdes escuros e leguminosas).
  • Não deixar de acompanhar o nível de vitamina B12, muito importante para manter um hemograma equilibrado.
  • Beber quantidades adequadas de líquidos e água ao longo do dia.
  • Ficar atento a outros fatores responsáveis por um estilo de vida saudável como: atividade física e o cigarro.

TABELA COMPARATIVA – PROTEÍNA VEGETAL X PROTEÍNA ANIMAL

Processo metabólico Proteína vegetal Proteína animal
Sistema imunológico Rica em aminoácidos arginina e pobre em lisina, os quais são os melhores para o sistema imunológico. Rica em lisina e pobre em arginina. Prejudicam a habilidade do corpo para lutar contra doenças.
Digestão Contêm vitaminas e mineiras que ajudam na digestão das proteínas. Requer digestão gástrica prolongada, gerando fermentação e liberação de mais ácido para a digestão. Os resultados são: azia, gastrite e formação de úlcera.
Doença cardíaca Produz níveis altos de arginina e glicina no sangue, ajudando a prevenir o entupimento das artérias. Rica em gordura saturada, aumenta o colesterol e promove o estreitamento, endurecimento e aumento de placas nas artérias. Eleva os níveis de homocisteína no corpo. Esse aminoácido eleva três vezes mais a possibilidade de sofrer um ataque cardíaco.
Câncer A proteína da soja, por exemplo, é anti-oxidante, antiangiogênica e imunossupressora.

 

 

Rica em fitoquimicos.

A proteína animal, quando consumida, é parcialmente digerida, entrando no cólon (intestino). Quando os níveis de carboidratos são baixos, as bactérias no cólon utilizam os resíduos dessas proteínas e liberam amônia no processo. A amônia está relacionada ao câncer de cólon. Produtos animais contêm mutagênico, os quais alteram o DNA, tornando a célula vulnerável ao vírus do câncer. Existe uma forte ligação entre a alta ingestão de proteína animal e câncer de cólon, das mamas, pâncreas e próstata.
Doenças degenerativas Os aminoácidos da proteína animal são ricos em súlfur, que estão associados a várias doenças degenerativas como câncer de pele, câncer de cólon e artrite reumatoide.
Osteoporose Rica em súlfur e sódio, remove o cálcio dos ossos. Causa também perda urinária de fósforo, ferro, zinco e magnésio.
Rins Especialmente a linhaça, favorece a função renal. Grande quantidade de proteínas aumenta a quantidade de sangue no local levando um aumento das dimensões dos rins e causando lesões. Leva também à formação de pedras renais.
Artrite gotosa Cristais de ácido úrico podem se formar nas articulações quando a concentração de ácido úrico é elevada, causando artrite gotosa.
Controle do peso Rica em fibras e fitoquimicos. Rico em gorduras, contribuindo para a obesidade.
Litíase biliar Reduz a formação de pedras na vesícula. Proteínas como caseína aumentam a formação de pedras.
Puberdade Com o consumo alto de proteína animal, a maturação sexual das meninas caiu de 17,5 para 11,9 anos.
Efeitos no cérebro Produz neurotransmissores falsos, levando ao desequilíbrio do cérebro, deprime o córtex, onde estão os pensamentos elevados, mas aumentam a atividade nos centros cerebrais onde estão localizados os pensamentos e sentimentos de natureza baixa.

SUPER ALIMENTOS – RECEITAS PARA O DIA-A-DIA

Para quem não tem a oportunidade de se alimentar de forma equilibrada, com alimentos ricos em nutrientes essenciais no dia-a-dia porque come fora de casa ou não tem muito tempo para preparar um cardápio equilibrado, aqui vão algumas dicas de receitas práticas ricas em nutrientes.

A idéia é rechear a lancheira ou a marmita de SUPER ALIMENTOS.

O que são SUPER ALIMENTOS? São alimentos com uma grande concentração de nutrientes essências como vitaminas e minerais. Para suprir nossa necessidade diária desses nutrientes basta incluir apenas uma pequena quantidade desses alimentos nas refeições e lanches.

Aqui vai uma sugestão de alguns SUPER ALIMENTOS que podemos incluir diariamente no nosso dia-a-dia.

Açai: a fruta brasileira mais cobiçada no momento! Riquíssima em nutrientes antioxidantes, favorece a eliminação de radicais livres e com isso tem um potencial antienvelhecimento muito grande. Pode ser consumida em forma de pó e polpas sem açúcar. A sugestão é incluir 100 g e polpa/dia ou 1 colher de sopa de açaí em pó/dia.

Chia: as mini sementes são muito ricas em proteína, minerais como ferro e cálcio, vitaminas, ômega-3 e ômega-6. Ela contribui para aumentar a sensação de saciedade. Por ter um sabor neutro pode ser usada em diversas preparações como, por exemplo: com cereal, em smoothies, em saladas, etc. É uma ótima fonte de proteína para os vegetarianos/veganos. Para se beneficiar de seus efeitos a dica é sempre ingerir bastante água. Como sugestão de consumo, inclua 1 colher de sopa/dia

Gojiberry: as pequenas frutinhas vermelhas são consideradas um coquetel de antioxidantes. Contem muita vitamina C e Zinco, nutrientes muito importantes para o sistema imunológico. Muita vitamina E que é muito bom para a pele e betacaroteno muito importante para a visão. Sua aparência lembra as passas e podem ser um excelente snack para os intervalos, ou acrescentar no cereal, em salada, smoothies, etc. Para se beneficiar de seus efeitos o ideal é ingerir 1 colher de sopa/dia

Micro algas (Spirulina e Chlorela): são potentes para uma detoxificação. Ricas em clorofila, vitaminas do complexo B, proteína, fibras. Podem ser ingeridas em forma de cápsulas, em pó incluindo em smoothies, molhos para saladas ou patês. O ideal é ingerir 1 colher de café/dia

Maca peruana: planta rica em fitoquimicos, a Maca ajuda no controle da pressão arterial, da glicemia e equilíbrio hormonal. Tem ação energética e por isso melhora o desempenho físico e a libido. Encontramos na forma de pó e pode ser utilizada com frutas, cereais, smoothies, sobremesas. A indicação é consumir 1 colher de chá/dia.

 Quinoa: é um alimento fonte de carboidrato de baixo índice glicêmico, muita proteína, sem glúten. Sua combinação de vitaminas e minerais é ideal para melhorar o sistema nervoso e o stress. Pode ser consumida como forma de cereal, salada, sopas ou em preparações doces como mingau, sobremesas. A dica é deixa-la sempre de molho por 4 horas antes de cozinhar para eliminar as substancias anti nutricionais. A recomendação é incluir 3 colheres de sopa de quinoa cozida/dia.

Vamos às receitas para um  refeição rápida:

Prato principal: Burguer de grão de bico e quinoa

Rendimento: 1 porção

Ingredientes:

25 g quinoa branca

30 g de tomate seco em óleo

100 g de iogurte natural

¼ de colher de chá de Maca em pó

Sal e pimenta à gosto

Salsa picada

100 g de grão de bico cozido

1 colher de sopa de aveia

1 colher de sopa de farinha de grão de bico

½ colher de chá de páprica picante

1 colher de sopa de óleo de girassol

25 g de rúcula

1 tomate

1 pãozinho integral

Modo de preparo:

Deixar a quinoa de molho em água quente por 30 minutos. Descartar a água e cozinhar com 50 ml de água, até secar. Escorrer o tomate seco. Em um processador, misturar o tomate seco, iogurte e a maca. Adicionar sal e pimenta. Reservar para acompanhar o burguer. Escorrer a quinoa e o grão de bico. Em um processador misturar a quinoa, o grão de bico, a aveia, farinha de grão de bico, salsa, páprica, sal e pimenta até obter uma massa homogênea. Modelar em forma de hambúrguer e grelhar em uma frigideira por 5 – 6 minutos dos dois lados.

Sirva o burguer acompanhado do pão integral, rúcula, a pasta de tomate, o tomate.

Acompanhamento: Salada Arco Iris

Rendimento: 1 porção

Ingredientes:

Salada: 30 g de quinoa

 

30 g de rúcula

1 cenoura pequena

½ pimentão amarelo

50 g de tomate cereja

100 g de repolho roxo

1 ovo

Salsa picada

1 colher de sopa de nozes ou castanha de caju

Molho:

¼ de abacate

50 ml de iogurte natural (ou Kefir de água)

3 colheres de chá de suco de limão

1 colher de chá de Chlorella ou Spirulina

Sal e pimenta à gosto

Modo de preparo:

Cozinhar a quinoa em água com sal até ficar macia. Lavar e secar a rúcula. Descascar e ralar a cenoura. Picar em cubos o pimentão. Lavar e cortar ao meio os tomates. Picar o repolho roxo finamente. Cozinhar o ovo até ficar firme (5 minutos). Descascar. Picar as nozes grosseiramente.

Preparar o molho: Descasque o abacate e leve ao processador com o kefir, suco de limão, chlorella, sal e pimenta. Processe até obter um creme homogêneo. Se necessário, acrescente um pouco de água até obter uma boa consistência.

Montagem: Em um vidro de conserva grande, colocar primeiro a cevadinha cozida. Em seguida a cenoura, o repolho roxo, o pimentão, a rúcula, o tomate. Feche o vidro e armazene sob refrigeração.

Como acompanhamento da salada, sirva o ovo cozido e o molho à parte.

Uma refeição completa, nutritiva e completa !

Sobremesa: Pudim de chia com compota

Rendimento: 1 porção

Ingredientes:  

2 colheres de sopa de chia

125 ml de leite (ou bebida vegetal)

Baunilha ou extrato de baunilha

1 colher de chá de mel ou agave

1 maçã (ou morangos)

25 g de gojiberry

1 pitada de canela

1 colher de sobremesa de amêndoa (picadas ou em lâminas)

Modo de preparo: Em uma tigela colocar o leite, a chia e a baunilha e misturar bem e deixar descansar por 15 minutos e depois misturar novamente. Deixe descansar sob refrigeração. Reservar. Descascar e cortar a maçã em cubos. Em uma panela, cozinhar a maçã e a gojiberry com um pouco de água até ficarem macias. Acrescente uma pitada de canela e o mel/agave. Aquecer uma frigideira e acrescentar as amêndoas. Mexer até dourar. Retirar da frigideira e deixar esfriar.Na hora de servir, colocar a compota de maçã e gojiberry sob o pudim de chia e por cima salpicar as amêndoas.

Smoothie Protetor

Rendimento: 1 porção

Ingredientes:

½ manga

1 colher de sopa de gojiberry

150 ml de suco de laranja fresco

1 colher de chá de suco de limão

150 ml de suco de cenoura (coado)

1 colher de chá de Maca peruana

 Modo de preparo:Bater todos os ingredientes  no liquidificador. Se necessário, acrescentar um pouco de água. Tomar em seguida.

  

 

FESTA JUNINA – RECEITAS FUNCIONAIS

Celebradas no Brasil desde pelo menos o século XVII, as Festas Juninas constituem a segunda maior comemoração realizada pelos brasileiros, ficando atrás apenas do Carnaval. De acordo com os historiadores, a festa tem origem no culto aos deuses pagãos, mas sofreu influências do catolicismo e hoje há forte associação com os santos católicos, como Santo Antônio, São João e São Pedro.

Com a chegada dos portugueses, as festas, que já eram típicas na Europa, também desembarcaram no Brasil e aos poucos foram se misturando com elementos próprios do interior do país e das tradições sertanejas. Comidas típicas, danças e enfeites utilizados nas festas de hoje são uma junção de partes da cultura africana, europeia e indígena.

Com a popularização das festas juninas no Brasil, a difusão dos elementos ligados à festa tornou-se cada vez mais comum. As comidas típicas são um exemplo disso. Em todas as regiões, o produto utilizado para preparar as guloseimas da festa é basicamente o mesmo: o milho. Pipoca, canjica, pamonha, bolo de milho e curau são algumas das iguarias servidas.

Há também outras comidas com nomes bem peculiares como pé de moleque, maçã do amor e cachorro-quente. E também é época de pinhão. Nesse universo, destaca-se também o quentão, uma espécie de chá feito com gengibre, canela e pinga.

 

Pensando nessa época tão esperada, porque não festejar com receitas mais saudáveis e funcionais.

Receitas práticas, gostosas e que podem ser preparadas para as festas juninas e também no inverno.

Receitas

Bebidas:

  • Chá verde com casca de laranja e gengibre

Ingredientes:

1 litro de Água

2 colheres de sopa de Chá Verde (folhas)

Casca de 1 Laranja

1 pedaço médio de Gengibre (rizoma)

 Modo de Preparo

Aqueça a água, quando começar a ferver acrescente o gengibre descascado e cortado em fatias finas. Ferva por 5 minutos, desligue o fogo e adicione as ervas. Deixe em infusão por 10 minutos, coe e está pronto!

  • Quentão Funcional

Ingredientes

2 colheres de sopa de Hibiscus (flor) desidratados

5 colheres de chá de Gengibre (rizoma) Ralado

2 unidades de Maçã (fruto) picadas em Cubos

2 colheres de sopa de Açúcar de Coco ou Açúcar demerara orgânico

½ casca de Laranja

2 paus de Canela (casca)

10 unidades de Cravo-da-Índia

2 litros de Água Fervente

 Modo de Preparo

Aqueça a água em uma panela grande. Acrescente o gengibre, a canela, o cravo e o açúcar. Ferva por 5 minutos. Adicione a casca de laranja, o Hibiscus e a maçã e deixe descansar por 5 minutos. Coe e sirva em seguida.

Gengibre, Zingiber officinale 

Propriedades: Antieméticas (contra vômitos e náuseas); Auxilia na função digestiva; Termogênico; Proteção contra infecções respiratórias.

 

 

Preparações:

  • Pão de “queijo” vegano (sem glúten e sem lactose)

Ingredientes:

200 g de Polvilho Azedo

300 g de Polvilho Doce

50 ml de Azeite de Oliva

¼ de xícara de água

1 colher de sobremesa de Cúrcuma em pó

3 colheres de sopa de Semente de Chia

500 g de Mandioquinha ou Batata-baroa ou Batata-salsa cozida e amassada

Sal marinho a gosto

Ervas desidratadas a gosto (manjericão, orégano, alecrim,…)

Modo de Preparo  

Em uma vasilha grande misture o polvilho doce, o polvilho azedo, a chia, a cúrcuma, o sal e o azeite de oliva. Acrescente o purê de mandioquinha e, aos poucos, vá adicionando água. Misture até ficar uma massa homogênea e fácil de manipular.

Faça bolinhas médias e coloque em uma assadeira, leve ao forno pré-aquecido (10 minutos) a 180ºC, e deixe assar entre 15 a 20 minutos.

 

  • Pinhão cozido

Ingredientes:

1 kg de Pinhão

Água

Sal Marinho

 

Modo de Preparo

Coloque os pinhões na panela de pressão e adicione a água e o sal, leve ao fogo e assim que pegar pressão mantenha em cozimento por mais 30 minutos. Após isso, desligue o fogo e espere a pressão sair sozinha. Transfira para uma vasilha de vidro na hora de servir.

Esse alimento sazonal, presente no inverno é muito energético, saboroso, rico em vitaminas, minerais e fibras. Vamos aproveitar a época e incluir esse super alimento no dia-a-dia.

 

Informação Nutricional – Pinhão

(6 unidades/50 g)

Kcal 97,1
Carboidratos (g) 22,0
Proteínas (g) 1,5
Lipídios (g) 2,72
Fibras (g) 12,44
  • Farofa de pinhão funcional

Ingredientes:

1 xícara de chá de Pinhão cozido e triturado no processador, grosseiramente

1 xícara de chá Farinha de Mandioca

1 ½ colher de sopa de Semente de Linhaça Dourada

1 ½ colher de sopa de Chia

½ unidade de Cebola picada

2 colheres de sopa de Alho-poro picado

1 colher de sopa de Azeite de Oliva

1 colher de chá de Cúrcuma em pó

Sal marinho e Salsa a gosto.

Modo de Preparo

Em uma frigideira antiaderente refogue no azeite a cebola, o alho poró e o pinhão triturado até dourar. Adicione os demais ingredientes e misture bem por cerca de 2 minutos. Por último acrescente a salsinha para servir.

Quinoa doce

Ingredientes

1 xícara de chá de quinoa em grão

3 xícaras de chá de “leite” vegetal

½ xícara de chá de açúcar de coco ou açúcar demerara orgânico

2 unidades de Canela em pau

2 colheres de sopa de biomassa de banana verde

½ xícara de chá de coco ralado sem açúcar

1 colher (café) de baunilha

Canela em pó para decorar

Modo de Preparo:

Deixe a quinoa de molho em água por 60 minutos, despreze a água, lave

Cozinhe em uma panela com o leite, a canela em pau, o açúcar de coco e misture bem. Cozinhe em fogo baixo e mexa por aproximadamente 5 minutos; Acrescente a biomassa de banana verde e o coco ralado, cozinhe por mais 10 minutos em fogo baixo.

Retire do fogo retire a canela em pau e adicione a baunilha, misture bem e leve à geladeira.

Polvilhe a canela em pó quando for servir.

“Leite” Vegetal

“Leite” de Coco

Ingredientes:

1 unidade de Polpa de Coco

600 ml de Água Quente

 Modo de Preparo:

Bater todos os ingredientes no liquidificador por 3 minutos, coar com um voal e armazenar em geladeira por até 3 dias.

“Leite” de Amêndoas

Ingredientes:

200 g de amêndoas crua

800 ml de Água Quente

Modo de Preparo:

Deixar a amêndoa de molho em água por 6 horas, e após isso desprezar a água. Bater todos os ingredientes no liquidificador por 3 minutos, coar com um voal e armazenar em geladeira por até 3 dias.

 

Dicas de receitas veganas bem equilibradas para o dia-a-dia

Resolveu parar de comer carnes e derivados de origem animal e está procurando dicas e receitas para incluir no dia-a-dia para ter uma alimentação saudável e equilibrada?

Experimente essas receitas!

Ricas em nutrientes essenciais e com proteínas vegetais. E ainda muito saborosos…

  • Salada Vegana Equilibrada


salada pote
                       Ingredientes:

½ maço de rúcula

½ maço de agrião

1 xícara de feijão branco

½ xícara de ervilha fresca

¼ de cebola

1 dente de alho

1 colher de sopa de óleo de girassol

1/2 batata doce (branca)

1 tomate

½ cenoura ralada

5 colheres de sopa de semente de girassol sem casca

5 colheres de sopa de semente de abóbora sem casca

60 ml de azeite de oliva

Vinagre balsâmico Q.B.

Salsa Q.B.

Manjericão picado Q. B.

Suco de 1 limão

Sal marinho Q.B.

Pimenta do reino Q.B.

 

Molho:

Suco de 1 limão

4 colheres de sopa de azeite

Sal marinho Q.B.

Pimenta do reino Q. B.

 

Modo de preparo:

  • Em uma panela, cozinhe o feijão branco com a folha de louro até ficarem al dente. Reserve.
  • Cozinhe as ervilhas frescas ou se forem congeladas, deixe-as em demolho em água potável. Reserve.
  • Pique a cebola e o alho. Aqueça um fio de óleo de girassol e doure a cebola. Acrescente o feijão branco  cozido e as ervilhas. Acerte o sal e pimenta. Reserve.
  • Cozinhe a batata doce inteira e com casca em água com uma colher de chá de sal marinho, até ficar levemente macia. Deixe esfriar. Retire a casca e corte em cubinhos. Reserve.
  • Descasque o tomate e retire as sementes. Corte-o em cubinhos.
  • Pique o manjericão e misture ao tomate. Tempere com sal e pimenta. Reserve.
  • Descasque a cenoura e rale em ralo fino. Reserve.
  • Lave a rúcula e o agrião e pique em tiras finas.
  • Em uma assadeira coloque as sementes crúas e asse por 5 minutos, até começar a sentir um aroma. Retire e deixe esfriar.
  • Tempere com azeite de oliva, salsa, vinagre balsâmico, sal e pimenta, o feijão com ervilha. Reserve.
  • Tempere a cenoura com sal, pimenta e azeite.
  • Montagem:
  • Faça uma camada com as folhas, distribua o feijão branco e ervilhas temperadas, uma camada de tomate, uma camada de sementes  uma camada de cenoura e finalize salpicando as sementes.
  • Misture os ingredientes do molho e distribua por cima da salada.
  • Essa salada pode ser servida individualmente em bowls, em potes para viagem e é perfeita como uma refeição completa !!
  • Rendimento: 6 porções
  • Validade (salada montada): 1 dia

 

  • SOPA DE GRÃO DE BICO, COGUMELOS E AGRIÃO

sopa grao bico

Ingredientes:

300 g de grão de bico

300 g de cogumelos frescos

50 g de tofu defumado

4 tomates

1 xícara de agrião picado

2 dentes de alho

1 cebola pequena

1 talo de salsão

2 ramos de alecrim

2 ramos de manjericão

2 ramos de tomilho

Salsinha

2 taças de vinho branco seco

1 litro de caldo de legumes

3 colheres de óleo de girassol

3 colheres de sopa de azeite de oliva

Folha de louro

Sal marinho

Pimenta do reino

 

MODO DE PREPARO:

Ponha o grão de bico de molho por 12 horas em água fria, descarte a água e enxágue.

Coloque em uma panela com água e sal, o grão  de bico  e cozinhe em fogo baixo, aproximadamente 30 minutos após levantar fervura (ou 5 minutos em panela de pressão).

Enquanto isso, limpe os cogumelos, corte o tofu defumado em cubinhos e ereserve.

Descasque e pique bem fino o alho e a cebola, o salsão e a salsa.

Refogue esses ingredientes juntamente com 3 colheres de óleo de girassol e, então acrescente o tofu defumado, os cogumelos e o grão de bico cozido e escorrido.

Mexa por 5 minutos, ajuste o sal e tempere com pimenta do reino.

Adicione o vinho branco, deixe evaporar lentamente e despeje o caldo de legumes bem quente.

Lave e tire a pele dos tomates, corte-os em tiras largas, sem as sementes, e junte à sopa.

Acrescente o ramo de alecrim, tomilho, louro e de manjericão amarrados em um buquê aromático.

Cozinhe em fogo baixo por 15 minutos.

Depois de apagar o fogo, retire o maço de ervas, ajuste o sal e regue com azeite restante.

Acrescente o agrião cortado em tiras bem finas.

Sirva em seguida !

 

  • Hambúrguer de lentilha e espinafre

hamburguerIngredientes:

½ xícara de espinafre picado e refogado

½ xícara de mandioquinha cozida

½ cebola pequena

1 cenoura

1 xícara de quinoa cozida

1 xícara de lentilha cozida

1 colher de sopa de molho de soja

Salsa

Suco de limão

Azeite

Noz moscada

Pimenta do reino

Aveia em flocos médios para empanar

Gel de linhaça (3 colheres de linhaça – 1 xicara de água)

3 colheres de sopa de psillium

 

  • Modo de preparo:
  • Pique fino o espinafre e refogue-o. Pique a cebola. Rale a cenoura.
  • Em um recipiente, misture a quinoa cozida, a lentilha cozida, espinafre refogado, a cebola, a cenoura, a mandioquinha cozida (e amassada),  a salsa.
  • Tempere molho de soja, suco de limão, azeite, noz moscada e pimenta.
  • Junte o psillium e misture, até obter uma massa firme.
  • Modele os hambúrgueres: separe pequenas porções da massa e forme bolinhas comas mãos e achate-as. Passe os hambúrgueres na aveia. Se for necessário, pincele um pouco de gel de linhaça e passe na aveia.
  • Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus durante 15 – 20 minutos, para que fiquem crocantes.
  • Ou aqueça um fio de óleo em uma frigideira e doure-os por 2 – 3 minutos de cada lado e sirva em seguida.

Rendimento: 6 porções

Validade:

Congelado – 3 meses;

Sob refrigeração – 3 dias

 

E PARA ACOMPANHAR A SALADA, A SOPA OU MONTAR UM SANDUÍCHE, TUDO VEGANO… PÃES – “BACK FROST” – Pães integrais, com farinhas especiais, fermentação natural.

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SENSIBILIDADES ALIMENTARES

Na prática clínica, de forma bem frequente, temos muitas pessoas que apresentam sinais e sintomas que nos fazem associar aos sinais e sintomas apresentados por indivíduos com algum tipo de sensibilidade alimentar.

sensibilidade 1

 

Esses sinais e sintomas são:

– Dor abdominal (68%)

– Diarreia (33%)

– Náusea

 

sensibilidade 3sensibilidade 2

– Perda de massa magra

– Flatulência, gases

– Problemas cutâneos (40%) (eritema, eczema)

– Dor de cabeça (35%)

– Dor articular (11%)

– Dor muscular (34%)

– Cansaço crônico (33%)

– Anemia (20%)

– Distúrbios de atenção

– Depressão (22%)

– Hiperatividade

– Periodontite (excelente marcador de alteração de microbiota intestinal)

Esses sinais podem estar associados ao quadro de SIBO ou Disbiose.

E uma das sensibilidades mais importantes que nos leva a esse quadro é SENSIBILIDADE AO GLÚTEN.

Como avaliar essa sensibilidade ao glúten ?

Quando nosso organismo detecta um substrato PROTEÍCO ESTRANHO NO ESTOMAGO, nosso organismo produz histamina pelas células do estomago levando a uma hiperativação das glândulas Oxíntica. E isso, por sua vez, leva a uma maior produção de ácido clorídrico (HCl).

Com isso o individuo apresenta Pirose (queimação) no esôfago e outros sinais.

Essa ativação da glândula Oxintica por Histamina promove uma produção três vezes maior de ácido clorídrico.

E essa alteração de pH no estomago pode levar a outros desequilíbrios no organismo!

O que precisamos entender é se essa reação acontece devido a presença do glúten/trigo ou com o que vem junto com o trigo?

Para isso vamos entender o que é o glúten no Brasil!

No Brasil nós temos limites tolerados de micotoxinas em derivados de trigo que podem estar causando alergias e sensibilidades alimentares e que muitas pessoas estão relacionando ao glúten, à gliadina.

Vejam…

RDC – n. 7/2011 (trechos)

Ministério da Saúde – MS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA

RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA – RDC Nº 07, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2011 (*)

(Publicada em DOU nº 37, de 22 de fevereiro de 2011)

 RESOLUÇÃO – RDC – N. 7, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2011. – DISPÕE SOBRE LIMITES MÁXIMOS TOLERADOS (LMT) PARA MICOTOXINAS EM ALIMENTOS.

Art. 1º Fica aprovado o Regulamento Técnico sobre limites máximos tolerados (LMT) para micotoxinas em alimentos, nos termos desta Resolução.

Art. 2º Este Regulamento possui o objetivo de estabelecer os limites máximos para aflatoxinas (AFB1+AFB2+AFG1+AFG2 e AFM1), ocratoxina A (OTA), desoxinivalenol (DON), fumonisinas (FB1 + FB2), patulina (PAT) e zearalenona (ZON) admissíveis em alimentos prontos para oferta ao consumidor e em matérias- primas, conforme os Anexos I, II, III e IV desta Resolução.

Art. 3º Este Regulamento aplica-se às empresas que importem, produzam, distribuam e comercializem as seguintes categorias de bebidas, alimentos e matérias primas:

I – amendoim e seus derivados;

II – alimentos à base de cereais para alimentação infantil (lactentes e crianças de primeira infância);

III – café torrado (moído ou em grão) e solúvel;

IV – cereais e produtos de cereais;

V – especiarias;

VI – frutas secas e desidratadas;

VII – nozes e castanhas;

VIII – amêndoas de cacau e seus derivados;

IX – suco de maçã e polpa de maçã;

X – suco de uva e polpa de uva;

XI – vinho e seus derivados;

XII – fórmulas infantis para lactentes e fórmulas infantis de seguimento para lactentes e crianças de primeira infância;

XIII – leite e produtos lácteos, e

XIV – leguminosas e seus derivados

É importante perceber que no Brasil há um limite tolerado muito alto de micotoxinas como podemos observar abaixo:

 

sensibilidade 5

RESOLUÇÃO – RDC – N. 7, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2011. – DISPÕE SOBRE LIMITES MÁXIMOS TOLERADOS (LMT) PARA MICOTOXINAS EM ALIMENTOS.

ANEXO II – Aplicação em janeiro de 2012

LIMITES MÁXIMOS TOLERADOS (LMT) PARA MICOTOXINAS

 

MICOTOXINAS ALIMENTO LMT (ug/kg)
Desoxinivalenol Trigo integral, trigo para quibe, farelo de trigo, farelo de arroz, grão de  cevada 2000
Farinha d e trigo, massas, crackers, biscoito de água e sal, e produtos de panificação, cereais e produtos de cereais exceto trigo e incluindo cevada malteada 1750
Fumonisinas (B1+B2) Farinha de milho, creme de milho, fubá, flocos, canjica, canjiquinha 2500
Amido de milho e outros produtos à base de milho 2000
Zearalenona Farinha de trigo, massas, crackers e produtos de panificação, cereais e produtos de cereais exceto trigo e incluindo cevada malteada 200
Arroz beneficiado e derivados 200
Arroz integral 800
Farelo de arroz 1000
Milho de pipoca, canjiquinha, canjica, produtos e subprodutos à base de milho 300

ANEXO III – Aplicação em janeiro de 2014 (Prazo prorrogado até 1º de janeiro de 2017, pela Resolução – RDC nº 59, de 26 de dezembro de 2013)

LIMITES MÁXIMOS TOLERADOS (LMT) PARA MCOTOXINAS

MICOTOXINAS ALIMENTO LMT (ug/kg)
Ocratoxina A Cereais para posterior processamento, incluindo grão de cevada 20
Desoxinivalenol (DON) Trigo e milho em grãos para posterior processamento 3000
Trigo integral, trigo para quibe, farinha de trigo integral, farelo de trigo, farelo de arroz, grão de cevada 1500
Farinha de trigo, massas, crackers, biscoitos de água e sal, e produtos de panificação, cereais e produtos de cereais exceto trigo e incluindo cevada malteada. 1250
Fumonisinas (B1 + B2) Milho em grão para posterior processamento 5000

 O que podemos observar é que a DESOXINIVALENOL (DON), é uma micotoxina que promove a disbiose, ou seja, causa uma inflamação subclínica do intestino.

Então uma exposição crônica a derivados de trigo contaminados com micotoxinas podem também estar causando a Disbiose, ou SIBO.

E o mais interessante é que a legislação brasileira TOLERA, por exemplo, 2.000 microgramas de DON por quilo de farinha.

E SERÁ QUE O PROBLEMA SÃO SÓ AS MICOTOXINAS ?

A Legislação RDC – 14 – 28/05/2014, dispõe sobre a tolerância de matérias estranhas em alimentos, aqui no Brasil, como podemos ver no anexo abaixo:

Grupos de alimentos Alimentos Matérias estranhas Limites de tolerância (máximo)
2. Farinhas, massas, produtos de panificação e outros produtos derivados de cereais Farinha de trigo Fragmentos de insetos indicativos de falhas das boas práticas (não considerados indicativos de risco) 75 em 50 g
Farinha de milho e fubá Fragmentos de insetos indicativos de falhas das boas práticas (não considerados indicativos de risco) 50 em 50 g
Alimentos derivados de farinhas, tais como massas alimentícias, biscoitos Fragmentos de insetos indicativos de falhas das boas práticas (não considerados indicativos de risco) 225 em 225 g

Por matéria estranha entende-se como fragmentos de insetos, que é tolerável porque existem falhas nas boas praticas de produção. E isso não é considerado um risco !!

sensibilidade 7

 

Com essa Legislação estamos aceitando um contagio/contaminação por fragmentos de insetos dentro de um limite de tolerância. Ou seja, se você estiver comendo farinha de trigo, saiba que é tolerado 75 fragmentos de insetos para cada 50 g de trigo.

Ou em alimentos derivados de farinha como, massas e biscoitos é permitido 225 fragmentos de insetos em cada 225 g de alimento derivado de farinha.

Isso mostra que houve uma falha no processamento e não é considerado um risco!

PASMEM !

Então talvez o problema não seja a exposição ao glúten ou as micotoxinas.

Talvez o problema seja a exposição a FRAGMENTOS PROTEÍCOS DE INSETOS que podem promover um estado inflamatório e até mesmo a ativação de anticorpos, devido a presença de fragmentos proteicos não digeríveis no trato gastro intestinal.

E essa sensibilidade pode ser uma das causas da disbiose.

Assim, o que devemos avaliar é:

Quem deve fazer restrição ao glúten?

O glúten/trigo não deve ser retirado de todo mundo.

Uma forma de se expor menos a esses FRAGMENTOS PROTEÍCOS DE INSETOS é escolher produtos integrais, naturais que não sejam feitos com essa matéria prima.

Uma opção são os produtos da empresa BACK FROST – O autêntico pão alemão, feitos com matéria prima naturais de excelente qualidade (com certificação pela IFS – Intenational Food Standard), fermentação natural, muito sabor e com um custo bem acessível.

Só para  todos saberem, na Alemanha a tolerância máxima de micotoxinas em alimentos é:

  1. Ocratoxina A: 3,0 ug/kg
  2. Desoxinivalenol (DON): 500 ug/kg
  3. Fumonisinas: 1.000 ug//kg
  4. Zearalenona: 50 ug/kg

E para a presença de matérias estranhas (fragmentos proteicos/insetos), na Alemanha,  a tolerância é ZERO.

Experimente !

sensibilidade 6

BACK FROST

www.backfrost.com.br

 

 

 

 

 

 

SOBREMESAS SAUDÁVEIS, FUNCIONAIS E DELICIOSAS !!

  1. Mousse de cacau e coco com calda de maracujá

Está sem tempo de preparar uma sobremesa saudável, rica em nutrientes e saborosa ?

Experimente esta receita !! Muito fácil de fazer, não precisa ir ao fogo e você só precisa processar frutas da época, que são as melhores e mais nutritivas.

Esta sobremesa é rica em ácidos graxos poli-insaturados (gordura boa!), antioxidantes (polifenóis), vitamina A e C e muita fibra. É uma sobremesa com baixo índice glicêmico, sem glúten e sem lactose !!

Ingredientes:

MOUSSE

1 abacate médios maduro

6 colheres de sopa de açúcar de coco (ou mascavo)

2 colheres (sopa) de Rum

1 pitada de pimenta rosa moída

1 xícara de chá de leite de coco

2 colheres de sopa de óleo de coco

3 colheres de sopa de cacau em pó

4 colheres de sopa de Linhaça+chia trituradas

CALDA

200 g de purê de manga (1 manga)

1 polpa de maracujá

Açúcar demerara orgânico (se necessário)

 

Modo de preparo:

MOUSE:

Retire a semente e descasque os 2 abacates.

Coloque em um processador juntamente com o açúcar.

Coloque a linhaça+chia de molho no leite de coco e deixe hidratar por 15 minutos.

Bata o leite de coco até ficar cremosa e homogênea.

No processador, acrescente o cacau, o Rum, o óleo de coco.

Adicione o creme de coco batido aos poucos até ficar homogêneo.

Leve ao refrigerador até ficar firme (aproximadamente 1 hora).

 

MOLHO

Bata e polpa do maracujá, coe e reserve o suco.

Coloque a manga descascada e picada no liquidificador e bata com o suco de maracujá.

Se for necessário, acrescente um pouco de açúcar.

Sirva acompanhado do mousse !!

 

Rendimento: 6 porções

Durabilidade: Sob refrigeração – 2 dias

 

 

2) TORTINHAS DE MANGA (sem glúten, sem lactose, vegano)

Essa é uma receita muito prática também, onde utilizamos os ingredientes crús.

As nozes e castanhas são alimentos bem completos: ricos em vitaminas, minerais, fibras e gorduras boas.

As frutas além de ajudarem a adoçar a preparação, também contribuem com vitaminas e minerais antioxidantes e muita fibra.

Com isso, melhora a sensação de saciedade e assim uma pequena porção é suficiente para matar a vontade de um doce após a refeição !!

 

Ingredientes:

MASSA

100 g de castanha de caju crua

6 tâmaras secas sem caroço

60 g de nozes

1 colher de sopa de óleo de coco

RECHEIO

1 manga madura

3 colheres de sobremesa de psillium

½ colher de café de cardamomo em pó

2 colheres de sopa de coco ralado

Suco de ½ limão

Coco ralado para decorar

Modo de preparo:

MASSA:

Deixe as castanhas de caju de molho por 4 horas. Descarte a água e bata a castanha de caju, as nozes e as tâmaras no processador até obter uma massa compacta. Acrescente o óleo de coco até homogeneizar bem.

Pegue forminhas de tortinhas com fundo removível e modele com a massa de castanhas. Leve para a geladeira enquanto prepara o recheio.

RECHEIO:

Descasque a manga e bata no processador com o psillium, o cardamomo, o suco de limão e coco ralado  até obter um creme homogêneo.

Montagem: Retire as forminhas da geladeira e desenforme com cuidado. Recheie com o creme de manga e leve para gelar novamente. Finalize polvilhando o coco ralado por cima.

Dica: Prepare as tortinhas 1 dia antes de servir para que o recheio fique bem firme.